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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Combinações nutritivas

Combinações nutritivas


Comer na hora certa, não exagerar na quantidade, evitar comida gordurosa ou salgada demais não bastam para ter uma alimentação saudável. Combinar bem os alimentos também conta na hora das refeições. Segundo a nutricionista Daniela Jobst, alguns alimentos são muito mais eficientes em par do que sozinhos. Isso porque quando ingeridos juntos, um potencializa o efeito do outro, permitindo melhor absorção de nutrientes pelo organismo. Descubra as parcerias que operam milagres pela sua saúde.
 09 misturas que trabalham a favor da sua saúde
 Arroz + feijão: a vantagem da combinação é a obtenção de quase todos os aminoácidos necessários para o organismo, além de auxiliar no funcionamento do intestino e ajudar a regular os níveis de colesterol e de glicose no sangue.
 Cenoura + soja: a vitamina A da cenoura é absorvida pelo organismo quando combinada com a vitamina E presente na soja. O resultado são olhos protegidos e sistema imunológico funcionando a todo vapor.
 Cereais + mamão: o zinco dos cereais potencializa a absorção da vitamina A da fruta. A mistura atua no combate aos radicais livres, que estão associados a algumas doenças e aceleram o envelhecimento.

Filé de frango + lentilha: a proteína da carne reforça a absorção de ferro do grão, prevenindo a anemia.
 Manjericão e orégano + azeite: os efeitos anti-inflamatórios das ervas são reforçados pelo ômega 9 do azeite.
 Molho de tomate + azeite: o licopeno do tomate (antioxidante que reduz o risco de câncer e de problemas cardiovasculares) é absorvido quando o alimento é cozido e combinado com azeite.
 Omelete + couve: a vitamina D dos ovos contribui para a absorção do cálcio presente na verdura. Ótimo para prevenir a osteoporose.
 Peixe + brócolis: o selênio encontrado nos peixes potencializa a absorção de glicosinolato, um nutriente presente no brócolis e no repolho, que reduz o risco de desenvolvimento de tumores.
 Suco de laranja ou de abacaxi + feijão: a vitamina C das frutas ajuda a absorver o ferro da leguminosa. Além de aliviar problemas respiratórios, evita a anemia.
Ligações perigosas
 Por outro lado, alguns nutrientes perdem a força quando associados:
 Café + leite: a cafeína prejudica a absorção do cálcio presente no leite.
 Manga + leite: não provoca dor de barriga nem de estômago, como diz a lenda popular, mas os alimentos ricos em fibras, como a manga, inibem a absorção do cálcio e do ferro presentes no leite.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

A azeitona não é tão vilã assim…

A azeitona não é tão vilã assim…


Exatamente isso! Esse alimento é bastante recomendado para melhorar a saúde e prevenir doenças como infarto, derrame e aterosclerose, pois não contém colesterol, mas é riquíssimo em ácidos graxos, que ajudam a aumentar o bom colesterol no organismo. Aém disso, a azeitona é rica em vitamina A (responsável pela saúde dos olhos, fortalecimento do sistema imunológico e alívio de problemas respiratórios); vitamina E (importante na prevenção de problemas cardiovasculares, fadiga e envelhecimento precoce); fósforo (fortalece os ossos, melhora a memória e ajuda na absorção de cálcio pelo organismo), potássio (previne cãibras, regula os batimentos cardíacos e é fundamental na hidratação natural dos cabelos) e fibras (combatem prisão de ventre e ajudam na prevenção de gastrite e úlcera). Mas, vale a regra de sempre: nada de exagero (tudo que é em excesso faz mal). Cada 100g de azeitonas verdes tem cerca de 140 calorias. Ou seja, pessoas que estejam acima do peso e obesos devem consumir apenas com recomendação médica. E como é conservado em salmoura, esse alimento deve ser evitado por pessoas que sofrem de pressão alta. Tomando esses cuidados, faça bom proveito do seu aperitivo!
Fonte: SOS Você

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Leitura de Rotulos.....

Uma ida ao supermercado pode se transformar em uma completa fonte de reeducação alimentar. As informações contidas nos rótulos dos alimentos evoluiu bastante nos últimos tempos e segundo o Jornal Consumer Affairs, observá-las pode levar à perda de peso, especialmente para as mulheres que estão entrando na meia idade. Com base nas informações sobre o que os consumidores costumam ler nos rótulos dos alimentos que compram pela primeira vez, os pesquisadores descobriram que pessoas que lêem os rótulos, mas não praticam exercício têm uma probabilidade um pouco maior de perder peso do que aquelas que apesar de praticarem exercícios físicos não costumam ler o rótulo do que comem. Os pesquisadores chegaram também à conclusão de que as mulheres entre 37 e 50 anos são mais propensas a ler os rótulos do que os homens – e por isso também têm mais chance de emagrecer do que eles. Os programas para perda de peso deveriam incluir em seus objetivos o incentivo para que o consumidor leia o rótulo dos alimentos antes de adquiri-los. Isso é particularmente importante para as pessoas que já estão na meia idade para evitar riscos de doenças cardíacas, diabetes e outras doenças relacionadas à obesidade.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Estudo diz que agrotóxicos podem aumentar risco de déficit de atenção em crianças

Na pesquisa, os jovens que tinham resíduos acima da média de um tipo de agrotóxico comum apresentaram risco de desenvolver o déficit de atenção duas vezes maior que o resto do grupo.


Um estudo da Academia Americana de Pediatria mostrou que o consumo de alimentos com agrotóxicos pode estar relacionado com um transtorno que afeta crianças e adolescentes.

Uma dieta de frutas, legumes, verduras e uma criança hiperativa. Entre elas, pode existir uma relação chamada agrotóxico. Os produtos químicos usados para melhorar a produção, livrar os alimentos das pragas, agem no sistema nervoso dos insetos e o efeito pode ser semelhante nas pessoas.

Para testar a ligação entre os agrotóxicos mais usados nos Estados Unidos com o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, cientistas americanos e canadenses fizeram uma pesquisa com mais de 1,1 mil crianças de 8 a 15 anos.

Entre elas, 119 foram diagnosticadas com o transtorno. Ao analisar o resultado dos exames de urina dos jovens concluíram: os que tinham resíduos acima da média de um tipo de agrotóxico comum, chamado de organofosforado, apresentaram risco de desenvolver o déficit de atenção duas vezes maior que o resto do grupo.

Este foi o maior estudo em relação ao efeito dos agrotóxicos no comportamento infantil. Só nos Estados Unidos, o transtorno do déficit de atenção com hiperatividade atinge 4,5 milhões de crianças e a metade toma medicamentos para tentar controlar o distúrbio.

Se os agrotóxicos também podem provocar isso, a orientação dos médicos é: lave bastante os alimentos antes de comer e procure os que são produzidos sem agentes químicos. Alimentos saudáveis não só na aparência.

domingo, 12 de setembro de 2010

Diet ou light?

No mercado de alimentos atualmente há uma grande proliferação de produtos diet e light, que são palavras inglesas e que significam dietético e leve, respectivamente. A diferença entre eles pode ser muito grande e o que é diet não necessariamente emagrece ou tem menos calorias, por exemplo. E o que é light não necessariamente é feito sem açúcar. Veja as diferenças entre diet e light de acordo com a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa):
Produtos diet são aqueles que um componente da forma original é eliminado. Seja um  carboidrato, um lipídio, uma proteína ou o sódio, por exemplo. São os produtos voltados para os diabéticos, por exemplo, que não podem consumir carboidratos (açúcar) em demasia ou um determinado produto diet também pode ser indicado para uma dieta de emagrecimento, mas nem sempre é assim. Por exemplo, chocolates dietéticos podem tirar a açúcar, mas usar mais gorduras , deixando-os, na verdade, com um número de calorias maior. Então, o negócio é pesquisar com calma.
Enquanto isso, os produtos light têm uma redução de, no mínimo, 25% de calorias ou de algum componente específico, normalmente carboidratos (açúcares). É normal que o rótulo explique essa redução. Mais uma vez, o negócio é pesquisar com calma. Os produtos light não são indicados para pessoas que apresentam problemas de saúde por não poder ingerir determinado nutriente, mas podem ser uma opção para quem quer perder um pouco do peso. Mas aí, atenção, não vá tomar mais refrigerante do que o normal só porque ele é light. Dessa forma, você vai estar trocando seis por meia dúzia.

Oficina de Culinaria - Pao Integral

No próximo dia 21/09 na SEDE FMO
Local Fundação Mokiti Okada
Rua Morgado de Mateus, 77
Vila Mariana - São Paulo - SP
as 15 horas

Número de brasileiros com excesso de peso dispara a cada ano, mostra IBGE

Entre os homens, o índice de sobrepeso saltou de 18,5% para 50,1% em 34 anos


• LEIA TAMBÉM: Um terço das jovens com peso adequado se acha gorda

• Crianças brasileiras entre 5 e 9 anos estão crescendo acima dos padrões internacionais

• Quase 10% dos estudantes do 9º ano da rede privada sofrem de obesidade, diz estudo

• Embora esteja em queda, desnutrição ainda persiste em crianças de até 5 anos

O brasileiro fica mais gordo a cada ano que passa, como mostra a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (27). O aumento gradativo de peso é verificado em todas as faixas etárias, independente de sexo, região e renda.

A pesquisa, que contou com 188.461 pessoas, também mostrou que a desnutrição está diminuindo progressivamente no país. O número de pessoas com déficit de peso (Índice de Massa Corporal - IMC inferior a 18,5 kg/m2) caiu em todas as faixas etárias.

Crianças

O índice de crianças de 5 a 9 anos com excesso de peso é de 33,5%, o que representa um aumento de vinte pontos percentuais nos últimos 20 anos. Já o déficit de peso, nessa faixa etária, é de apenas 4,1%. Entre os meninos com sobrepeso, quase metade sofre de obesidade. Entre as meninas, um terço é obesa.

Adolescentes

Entre os adolescentes, apenas 3,4% têm déficit de peso, segundo a pesquisa. Já o excesso de peso em jovens de 10 a 19 anos foi contínuo nos últimos 34 anos. No sexo masculino, o índice saltou de 3,7% para 21,7%. No feminino, de 7,6% para 19,4%.